
Arrecadação de impostos dos Governos Federal e Estadual. Aumento de vagas para o funcionalismo público na esfera federal.
75ª REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA 1ª SESSÃO LEGISLATIVA ORDINÁRIA DA
16ª LEGISLATURA, EM 21/11/2007
Palavras do Deputado Lafayette de Andrada
Sr. Presidente, direi na mesma cadência do Deputado João Leite. Foi dito que Minas tem criado taxas e impostos, mas queria lembrar a fúria arrecadatória do governo federal. Minas aumentou sua arrecadação, sim, pela eficiência da tributação, da cobrança do que é devido, mas o governo federal aumentou a alíquota. Nunca na história deste país, aumentou-se tanto a alíquota dos impostos. Nunca na história deste país, os bancos ganharam tanto dinheiro. É o governo que privilegia os bancos e os ricos e esmaga os pobres, porque, na hora em que aumenta a arrecadação das alíquotas, na verdade, ele esmaga o pobre consumidor e o pobre coitado do contribuinte. Essa é a grande verdade. Em Minas, ao contrário, para o maior imposto dos Estados, o ICMS, tramita, nesta Casa, projeto de lei encaminhado pelo governo de redução de suas alíquotas. Esta é a realidade: Minas aumenta a arrecadação por meio da sua eficiência e utiliza esse dinheiro para investimentos. É preciso lembrar que o governo de Minas, o Governo Aécio, que se iniciou com o Estado em situação financeira difícil, já no ano que vem fará quase R$7.000.000.000,00 de investimentos. Não há aumento nem inchaço da máquina pública, como tem feito o governo federal que, todos os dias e por meio medida provisória, cria cargos e cargos e cargos para os companheiros. Não. Em Minas, a eficiência arrecadatória é utilizada para investimentos, e não para o aumento da máquina pública e do funcionalismo. Então, Sr. Presidente, gostaria de lembrar isso: os parâmetros são diferentes. Enquanto Minas aumenta a arrecadação por meio da eficiência, o governo federal o faz por meio do aumento das alíquotas dos impostos. Nunca, na história deste país, se criaram tantos impostos na esfera federal. Esse era o registro que gostaria de fazer.
